... o tal "porto seguro"!
Porque não tive direito ao meu?
Quando caí borda fora e aos poucos me fui afundando, estendia as mãos mas ele não as via, mas por vezes olhava para elas e pensava que eu estava a acenar, que apenas queria seguir sozinha nada fazia para me ajudar.
Seguia de velas içadas, ao sabor do vento, para que o barco navegasse, ... sem rumo ... e eu a afundar-me ...
... mas por sorte, rodeada de algas, que apesar de frágeis, me conseguiram suster e assim impediram que a queda fosse rápida, dando tempo para que alguém, ou alguma coisa me levasse à tona da água. Aí, embora com custo e pouca arte para nadar, talvez consiga dar um rumo a esta desorientação, tão solitária.
Quando caí borda fora e aos poucos me fui afundando, estendia as mãos mas ele não as via, mas por vezes olhava para elas e pensava que eu estava a acenar, que apenas queria seguir sozinha nada fazia para me ajudar.
Seguia de velas içadas, ao sabor do vento, para que o barco navegasse, ... sem rumo ... e eu a afundar-me ...
... mas por sorte, rodeada de algas, que apesar de frágeis, me conseguiram suster e assim impediram que a queda fosse rápida, dando tempo para que alguém, ou alguma coisa me levasse à tona da água. Aí, embora com custo e pouca arte para nadar, talvez consiga dar um rumo a esta desorientação, tão solitária.
24 Abril, na tentativa de derrotar uma insónia


