Sábado, Novembro 14, 2009

Découpage em Madeira

O meu primeiro trabalho de découpage em madeira.
Uma caixinha para o chá



A: - Mãe faz-me uma caixa em preto e laranja para eu por no meu quarto.


Domingo, Novembro 08, 2009

Há quanto tempo !!

JRCelesteOliveiraFátimaNiniManelaJoãoPedro
IsabelCamachoEvelineDamasAnaÁlvaroClaraTó

Reviver a época em que tínhamos tempo para gastar nas mesas de café (em especial do Sul América, mas também no já extinto Astória, no Vá-Vá, no Suprema) e no relvado dos Coruchéus - foi o que aconteceu hoje entre as 13h e as 16,30h.
Depois o tempo passou a ser necessário para trabalhar, para gastar com a família, até que deixámos de ter tempo para saber uns dos outros. E a encruzilhada da vida levou-nos para caminhos diferentes e distantes.
Foi bom encontrarmo-nos e lembrarmos alguns ausentes. Foram muitas as vezes que pensei em ti Cristina. És a ausente que está sempre presente, com a presença da Maria, e mesmo quando ela também não está, nos nossos corações.
Talvez hajam próximos encontros, espero que sim, e das próximas vezes que "venham mais cinco", mais dez, mais ...
Nem todos os que estavam à volta da mesa conheceram o Sul América de antigamente, já não é o mesmo, nem passaram tardes a ouvir o Jorge Galvão a tocar viola e a cantar nos Coruchéus. Mas agora, felizmente, fazem parte das nossas vidas.
São os nossos filhos (faltavam alguns), com excepção da Cathy. Penso que esteve entrosada no grupo e que de forma alguma se sentiu excluída - benvinda.
Ficou falado fazermos um pic-nic.

CathyÂniaGabrielCatarinaLeonardoMariaNunoSara

Sexta-feira, Outubro 30, 2009

Tudo é novo

Já experimentei quotidianos diferentes, completamente diferentes, que vão desde o horário de acordar, o meio de transporte utilizado, a paisagem percorrida, o lugar onde tomo o café e as mãos que o servem, as pessoas que o frequentam e por fim, o edifício onde entras, a secretária onde trabalhas e os colegas com quem mantemos ligações que por vezes chegam a contornos de "amizade" e concerteza a alguma "inimizade".

Mas de todas essas experiências, haviam algumas coisas que se mantinham, era o regressar à minha casa, à minha filha e saber que num raio de poucos kms estavam, o resto da minha família e os meus amigos.

Agora é tudo novo, até as pessoas parecem diferentes.

Aos poucos tento ambientar-me, arranjar uma vida. Não sei se algum dia me sentirei em "casa".

Dois dias por semana, pratico pilates. São exercícios que ajudam a aumentar a flexibilidade, ensinam a corrigir a postura e aprendemos a controlar a respiração. É ao final do dia, e faz-me sentir bem.

E há um dia que vou cantar. Faço parte de um grupo coral, o que é óptimo para quem não tem boa voz e gosta muito de cantar. Sou do naipe de Contraltos. Somos a voz mais vigorosa e por isso, mesmo não tendo boa voz, mas tenho bom ouvido e ritmo, posso cantar alto e isso dá-me muito prazer.
Não penso no futuro.
Agora só tento desfrutar do prazer que algumas coisas me vão dando, e aguentar as menos boas, pensando que um dia vão fazer parte do passado.

Quinta-feira, Outubro 22, 2009

Découpage

Chama-se "découpage", que quer dizer "recorte" em francês.
É uma técnica de arte decorativa que consiste, basicamente, no corte e colagem de imagens, em várias superfícies, como madeira, vidro, tela, etc..

Um prato de vidro transparente, pode transformar-se num prato decorativo.
Foi o que fiz.
Cortei uns anjos de um guardanapo (muito indicado para este tipo de técnica) e por fim forrei o prato, por completo, com folha de Papel de Arroz branco.



Ofereci-o à minha mãe.
São tantos os bolos que ela faz no Natal, que espero que um deles seja posto neste prato. Foi com esse fim que lhe ofereci. Ela disse-me que os anjos iam ficar tapados. Eu sei. Mas quando começarem a ser cortadas as fatias eles vão começando a aparecer ;)

Segunda-feira, Outubro 19, 2009

Fui ver o filme "Os Homens que Odeiam as Mulheres"

Gostei de ver, mas não sei se por o considerar bom ou se simplesmente porque tinha curiosidade pelo facto de ter lido o livro.
O livro, como já disse, é grande, e cheio de enredos dentro da história central, e o autor é muito descritivo. Para fazerem o filme tiveram de ser feitos muitos cortes. Fiquei com a dúvida se teria entendido alguns pormenores, caso não tivesse lido o livro.

* * * * *

Sexta-feira, Outubro 16, 2009

A Triologia de Stieg Larsson

Agosto de 2008, estava no início das férias. Uma tarde de passeio por Sines, eu e a minha filha, e a indispensável visita à livraria "A das Artes". Porquê que optei por comprar aquele livro, não sei. O Autor - Sueco - "Stieg Larsson", nunca tinha ouvido falar nele, no livro também não. Era um dos que estava na montra.
Uma narrativa cativante. O enredo é um labirinto e no entanto nunca me senti perdida. 539 páginas lidas e quando chego ao fim, fica a curiosidade de saber que caminho seguiram as personagens da história.



Uns meses depois, dei conta que tinha sido editado um livro que era a continuação do livro que eu tinha lido no verão, e que tinha gostado.
Não era uma continuação da história do 1º livro porque essa tinha terminado.
Era a continuação do percurso das personagens.
Passados mais uns meses foi editado o 3º livro, estava completa a Trilogia. A ideia do autor era fazer 10 volumes, mas faleceu quando escrevia o 4º, um ano antes do primeiro ser editado. Só nesta altura tive conhecimento que esta Trilogia se tinha transformado num fenómeno por países europeus.
Numa ida ao cinema - uma surpresa - Brevemente "Os Homens que Odeiam as Mulheres", título do 1º volume.
Só no início das férias deste ano tive possibilidade de comprar o 2º.



Quando o acabei, claro está, tive de comprar o 3º. Estou a lê-lo e continuo a gostar.


Tenho curiosidade em ver o filme. Quando leio um livro que gosto e se mais tarde fazem o filme, fico sempre curiosa e gosto de ver. O mesmo já não acontece quando vejo primeiro o filme, não fico interessada em ler o livro.

Segunda-feira, Outubro 12, 2009

ausência ... silêncio
... e um turbilhão de pensamentos.

Alguns meses sem passar por aqui.

A um outro nível o desânimo persiste, mas coisas boas foram acontecendo - já estou a trabalhar.
Mas não é o trabalho que me impede de aqui vir. A verdade é que não tenho tido muita disposição para aqui expor o pouco (muito pouquinho) que tenho feito.
Mas está para breve.

O vazio vai ter de ser preenchido

Terça-feira, Maio 12, 2009

The International - A Organização



Título Original: The International
Realizador: Tom Tykwer
Argumento: Eric Singer
Elenco: Clive Owen, Naomi Watts, Ulrich Thomsen
Género: Thriller
* * * * *

Quinta-feira, Abril 30, 2009

... o tal "porto seguro"!
Porque não tive direito ao meu?
Quando caí borda fora e aos poucos me fui afundando, estendia as mãos mas ele não as via, mas por vezes olhava para elas e pensava que eu estava a acenar, que apenas queria seguir sozinha nada fazia para me ajudar.
Seguia de velas içadas, ao sabor do vento, para que o barco navegasse, ... sem rumo ... e eu a afundar-me ...
... mas por sorte, rodeada de algas, que apesar de frágeis, me conseguiram suster e assim impediram que a queda fosse rápida, dando tempo para que alguém, ou alguma coisa me levasse à tona da água. Aí, embora com custo e pouca arte para nadar, talvez consiga dar um rumo a esta desorientação, tão solitária.

24 Abril, na tentativa de derrotar uma insónia

Quinta-feira, Abril 23, 2009

Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor

É comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril, dia de São Jorge.

Pelo que soube, teve origem em Espanha na Catalunha retomando as raízes históricas da tradição de São Jorge, segundo a qual, neste dia, os namorados oferecem às suas damas UMA ROSA VERMELHA DE SÃO JORGE (Saint Jordi) e recebem em troca, UM LIVRO.

"Abre-se o livro
em qualquer página
e cabe nele um dia ou um ano,
cabe nele a sabedoria,
o romance e a poesia,
cabe nele o conhecimento
e a luz que nem do pensamento;
cabe nele tudo o que somos,
desde que gostemos de ler,
porque ler é aprender,
sendo também liberdade e prazer;
cabe nele o mundo inteiro,
escrito em computador
ou com tinta de um tinteiro,
e de tudo isso falará neste dia
o leitor verdadeiro,
que do livro, por ser livre,
será sempre amigo e companheiro."


José Jorge Letria



Sinto dois prazeres distintos em relação aos livros:
  • O prazer de entrar numa livraria, percorrer as estantes, ler os títulos dos livros e o nome dos seus autores. Pego num e noutro, às vezes nem sei qual o critério da escolha, leio o perfil do autor, a síntese do contéudo. Posso não levar nenhum livro comigo, mas este ritual dá-me gozo.

  • Depois, claro está, o prazer de o ler, de o ter entre mãos.

(ah, gosto deles novos e grandes)

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